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sábado, 28 de maio de 2011

Empreendedor Social lança site com vídeos acessíveis

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA - O site Empreendedor Social
Folha

estreia hoje uma série de vídeos acessíveis produzidos pela Folha e pela ONG Vez da Voz.

Essa nova mídia inclusiva conta com Libras (Língua Brasileira de Sinais), legenda e audiodescrição.

Nos vídeos, são explicados os critérios para inscrição no Prêmio Empreendedor Social e no Prêmio Folha Empreendedor Social de Futuro. Há ainda relatos sobre vencedores e finalistas. As inscrições vão até 1º de maio.

No primeiro filme, a editora Patrícia Trudes da Veiga diz o motivo da iniciativa.

"Para quem vê, temos a imagem. Para quem não enxerga, a audiodescrição. Para quem ouve, o som. Para quem não escuta, mas lê, a legenda. Para quem não escuta e usa a língua de sinais, a Libras. Para qualquer cidadão brasileiro, a informação."

O presidente da Associação de Surdos de São Paulo, Paulo Vieira, diz que os vídeos acessíveis irão ajudar muitas pessoas a ter mais informações.ffff
"E será um atrativo para esse público, que também é consumidor", afirma.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Livro em Braille sem páginas perfuradas

A designer gráfica brasileira Wanda Gomes criou novo método de impressão com imagens e até cheiro*

Acaba de ser enviado a escolas, bibliotecas e instituições educacionais, um livro em braille diferente. *Adélia cozinheira*, que lança a *Coleção.

Adélia é o primeiro título 100% inclusivo. Isso porque permite a leitura simultânea de crianças com e sem deficiência visual, já que o livro nãotem suas páginas perfuradas pelo método tradicional. O trabalho é o resultado da união entre as pesquisas da designer gráfica Wanda Gomes, da concepção literária da escritora Lia Zatz e das ilustrações da artista plástica Luise Weiss. Utilizando o mesmo sistema do braille (com as letras resultando da combinação entre seis pontos), o novo processo diferencia-se por não furar o papel, permitindo a edição de grandes tiragens e em conjunto com a impressão offset, o que garante ao material maior durabilidade e a possibilidade de unir o braille a cores e texturas.

Dessa forma, o novo sistema de impressão, denominado Braille.BR, é fator preponderante na democratização do acesso aos meios culturais e de inclusão social, já que elimina o isolamento a que as crianças com deficiências visuais são submetidas na maioria das escolas.

Responsável pelo texto, Lia Zatz utiliza uma retórica simples e direta, abordando por meio de assuntos ligados à autonomia, independência e relacionamentos, temas importantes das atividades diárias do universo infantil.

Em *Adélia cozinheira*, a menina Adélia exercita sua independência preparando o café da manhã para fazer uma surpresa aos seus pais, que ainda dormem. Utilizando aromas, relevos e texturas, as contrastantes e coloridas ilustrações de Luise Weiss andam lado a lado com o texto, cumprindo de forma rica a função da informação, seja através do traço solto e diferenciado daquele comumente encontrado na literatura infantil, seja através da aplicação extremamente cuidadosa das cores.

O nome da personagem foi inspirado em Adélia Sigaud que aprendeu braille com José Álvares de Azevedo, que havia estudado seis anos em Paris. Adélia Sigaud, cega, filha do Dr. Xavier Sigaud, médico francês que esteve a serviço da corte de D.Pedro II, foi a primeira mulher brasileira a dominar o sistema braille, tornando-se mais tarde grande estudiosa do assunto.

A coleção Adélia, fruto de ampla pesquisa de conteúdo e forma, é adequada tanto para quem é totalmente cego como para quem tem visão subnormal ou normal. O objetivo da publicação é atingir o público infantil de 3 a 10 anos, incluindo crianças com deficiência visual com grau de limitação de 10 a 100%. No Brasil, estima-se que existam 1,2 milhões de pessoas cegas e quatro milhões com algum tipo de deficiência visual.

A impressão Braille.BR é sobreposta e não prejudica a qualidade da impressão normal em offset. A leitura da primeira não interfere na segunda e vice-versa, e por essa razão é 100% inclusiva. A durabilidade é indeterminada e os pontos não cedem à leitura/pressão dos dedos, como na impressão convencional do sistema braille.

Além disso, a qualidade visual não é prejudicada, já que o novo sistema de impressão não rompe o papel e não causa baixo relevo no verso da folha. Mas o projeto gráfico de Wanda Gomes não se resume à aplicação do inovador sistema de impressão braille; todos os elementos gráficos do livro foram trabalhados de forma a enriquecê-lo nos três aspectos da percepção humana: visual, tátil e olfativa. Assim, o aproveitamento da obra assume alto nível qualitativo convidando todas as crianças à imaginação e à experimentação. Os caracteres foram ampliados e a fonte foi escolhida com base em estudos e pesquisas realizadas por estudiosos e profissionais em design de tipos para crianças.

A publicação traz em suas páginas ilustrações com brilho, textura e relevo, aplicados por meio do processo de impressão serigráfica, a partir de fotolitos especialmente confeccionados para produzirem características especiais e variadas sobre as ilustrações de Luise Weiss. Além disso, conta com a aplicação de dois aromas em forma de microcápsulas, conferindo aos objetos representados maior capacidade de aguçar os sentidos da criança.

Considerando as necessidades específicas dos deficientes visuais, o design utiliza-se ainda de cores fortes e contrastes, com o intuito de favorecer a leitura e oferecer a maior qualidade de percepção visual possível.

Adélia cozinheira* recebeu incentivo para produção de três mil livros da IBM Brasil, através do benefício da Lei Rouanet, do Ministério da Cultura. A tiragem foi doada a bibliotecas públicas e instituições de ensino. A tiragem comercial está em fase de captação de recursos e tem valor estimado de R$ 65. O sistema de impressão Braille.BR contou com apoio técnico da empresa Efeito Visual Serigrafia, gráfica especializada em alto relevo, que desenvolveu a tinta exclusiva e realizou numerosos testes de impressão e leitura, necessários ao completo desenvolvimento do projeto.

Enviado por Evangel Vale Jr.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Creche Municipal de Florianópolis ganha prêmio de educação inclusiva

A unidade faz um trabalho de destaque nacional na área de Língua Brasileira de Sinais.


Creche Municipal Bem-Te-Vi, que fica no Centro; ganha Prêmio de Educação Inclusiva

O uso da Língua Brasileira de Sinais (Libras) com alunos, familiares e professores, deu à Creche Municipal Bem-Te-Vi, que fica no Centro; a menção honrosa do Prêmio Experiências Educacionais Inclusivas, que tem como meta valorizar as iniciativas de quem trabalha pra garantir o direito de todos à educação. O prêmio será recebido em Brasília durante o VI Seminário Nacional do Programa Educação Inclusiva: direito à diversidade, que ocorrerá de 24 a 27 deste mês.

Em abril, uma comissão do Ministério da Educação veio a Florianópolis para verificar, na prática, o relato da experiência encaminhado pela Bem-Te-Vi, em parceria com as profissionais da Sala Multimeios da Creche Almirante Lucas, no Centro; sobre o ensino de Libras não só para o aluno surdo, mas para o grupo de crianças de sua turma.

O projeto teve início em junho de 2009, quando a creche recebeu uma criança com diagnóstico de surdez. Desde então a professora Maria Eloíza de Macedo trabalha com o aluno uma forma de comunicação e aprendizado. Também foi realizado um trabalho com a mãe e a avó da criança, que iniciaram o contato com a Língua Brasileira de Sinais, para dar continuidade à comunicação em casa.

Em seguida a creche iniciou um trabalho de apresentação da Libras com toda a turma de seis meses a um ano, da qual a criança fazia parte. Em outubro do ano passado, foi a vez da turma de dois a três anos. A unidade percebeu, então, que havia o interesse em aprender Libras não só das crianças, mas igualmente das professoras e dos demais funcionários da creche.

Este ano foi contratado um professor de Língua Brasileira de Sinais para trabalhar sinais do cotidiano em sala de aula e para ensinar os profissionais da unidade educativa. O objetivo é facilitar o contato e a interação com o aluno surdo.


fonte neste site:
Prefeitura de Florianópoles

segunda-feira, 28 de junho de 2010

SP estuda incentivo para incluir deficiente no mercado de trabalho


Proposta é reduzir tributos para empresas que comprarem produtos e equipamentos que facilitem a inclusão
A ideia é estender depois o benefício para quem desenvolver produtos destinados à inclusão profissional
CLAUDIA ROLLI
DE SÃO PAULO
O governo paulista deve conceder incentivos fiscais (reduzir tributos) para empresas que comprarem produtos e equipamentos tecnológicos que facilitem a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho.
A desoneração, já em estudo pelas secretarias dos Direitos da Pessoa com Deficiência e da Fazenda paulista, será anunciada no próximo semestre.
No Estado de São Paulo, 102.998 mil pessoas com deficiência só estão empregadas por causa da fiscalização do Ministério do Trabalho no período de 2000 a 2009.
É que a lei nº 8.213, de julho de 1991, conhecida como lei de cotas, determina que empresas com cem ou mais empregados reservem de 2% a 5% de suas vagas a deficientes. Se não cumprem a lei, são multadas.
""A ideia é definir uma cesta mínima de produtos e permitir que empresas e profissionais autônomos com deficiência possam adquiri-los com isenção de impostos", diz a secretária Linamara Rizzo Battistella. ""É mais um estímulo à contratação."
A lista dos produtos que podem ser beneficiados por essa desoneração ainda não está fechada.
Entre as possibilidades estão leitores de tela, scanners para deficientes visuais, impressoras especiais para imprimir textos em braile e folheadores eletrônicos para auxiliar pessoas com dificuldade para manusear papéis e documentos.
"Se uma pessoa física compra uma cadeira de rodas, tem isenção de IPI, ICMS, PIS e Cofins. Se uma empresa comprar um software ou um aparelho que possa servir de instrumento para a pessoa com deficiência trabalhar, também deve haver isenção", diz a secretária.
Uma das possibilidades é usar a Rais (Relação Anual de Informações Sociais), do Ministério do Trabalho, como parâmetro -e forma de controle- para conceder o benefício às empresas.
"Se uma empresa emprega 90 deficientes visuais, comprovados pela Rais, poderia ter isenção na compra de 90 softwares para esses trabalhadores", diz Battistella.
Em uma segunda etapa, a Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência estuda conceder incentivos a empresas que desenvolvam produtos destinados à inclusão profissional de deficientes.
PARCERIA
"Se a empresa tem sua carga tributária aliviada, certamente repassa esse benefício ao consumidor. O peso dos impostos sempre tem impacto no preço", afirma Monica Cavenaghi, sócia e diretora comercial da Cavenaghi.
A empresa desenvolve equipamentos de adaptação veicular para pessoas com deficiência e atua na revenda e na importação de produtos destinados a esse mercado.
A Microsoft Brasil e a Faculdade de Medicina da USP também estão desenvolvendo para a secretaria o projeto do Notebook da Reabilitação. O objetivo é facilitar a aquisição de notebooks e de programas de computador para pessoas com deficiência ou em reabilitação.
""É essencial que essas máquinas possam ter acesso à internet banda larga, sejam economicamente viáveis e de fácil portabilidade. O projeto é pioneiro no mundo", diz Rodrigo Pimentel, responsável pelas alianças público-privadas da Microsoft.
O professor Chao Lung Wen, chefe da disciplina de telemedicina da Faculdade de Medicina da USP, explica que o notebook deve oferecer vídeos instrutivos para explicar aos familiares como cuidar melhor dos pacientes com deficiência.
"O objetivo é reintegrar a pessoa com deficiência, oferecendo suporte e orientação domiciliar e pós-atendimento presencial, além de dicas de segurança, vestuário, lazer, aquisição de materiais e direitos", diz o professor.
Empresas brasileiras empregam apenas 18% do que a lei exige
DE SÃO PAULO
O Brasil deveria empregar 851.078 pessoas com deficiência para que a Lei de Cotas fosse cumprida no país.
Até dezembro do ano passado, entretanto, o total de deficientes inseridos no mercado era de 152.537, segundo dados da fiscalização do Ministério do Trabalho.
A média de cumprimento da lei no país é de 17,9%, de acordo com levantamento do Espaço da Cidadania, que atua em defesa dos direitos das pessoas com deficiência.
O índice é calculado a partir da estimativa de vagas que empresas com cem ou mais empregados deveriam criar e do total de deficientes incluídos no mercado de trabalho por força de ação fiscal.
Os Estados com maior índice de cumprimento são Ceará e São Paulo, com respectivamente 42,3% e 41,8%. Santa Catarina e Paraíba têm os menores índices: 3,4% e 4%, respectivamente.
"Apesar de a situação ter melhorado muito desde que a lei foi criada, em 1991, e de haver várias iniciativas que estimulam a inclusão de pessoas com deficiência, ainda há uma barreira cultural que impede a contratação desses profissionais", diz Carlos Aparício Clemente.
Ele é dirigente do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região e coordenador do Espaço da Cidadania.
Pesquisa feita para o Instituto Ethos com as 500 maiores empresas do país mostra que, no nível operacional, apenas 1,9% dos funcionários eram pessoas com deficiência em 2007.
A maior parte eram deficientes físicos. Somente 0,1% dos contratados eram deficientes visuais e 0,1% tinham deficiências múltiplas.
Nos níveis de supervisão e gerência, os percentuais de deficientes eram 0,4% e 0,38%, respectivamente. Ou seja, as cotas estão longe de ser cumpridas.
POR SETOR
Levantamento da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo mostra que os setores que mais contrataram deficientes foram educação e comércio varejista.
Os que menos contratam são os de atividades ligadas à extração de carvão e à descontaminação de resíduos -áreas em que a atuação dos deficientes é limitada.
Na opinião de especialistas em assuntos relacionados à inclusão dos deficientes, um dos maiores entraves para a contratação ainda é a baixa qualificação.
Segundo dados do governo paulista, somente 222 deficientes foram atendidos pelo programa estadual de qualificação profissional em 2008. No ano passado, foram 1.272. A previsão para este ano é capacitar 1.500 deficientes.
(CR)
Empresas ainda veem deficiente como um custo
DE SÃO PAULO
Para João Baptista Cintra Ribas, coordenador de desenvolvimento humano da Serasa Experian, as pessoas com deficiência ainda significam custo para as empresas, o que dificulta a inserção desses profissionais no mercado.
"Se as pessoas com deficiência significam somente gastos, vão significar problemas [para a contratação]. Se a empresa investe, quer retorno do profissional. Se bem qualificadas, podem ser entendidas como investimentos", diz.
Ribas é um dos 95 profissionais com deficiência que atualmente trabalham na Serasa Experian.
Priscila Branca Neves, 28, analista da empresa, perdeu a visão por glaucoma congênito e diz ter conseguido se formar em psicologia com a ajuda da mãe, que lia para ela.
"Com a Lei de Cotas, a situação melhorou. Mas as empresas ainda têm resistência na contratação de cegos", diz ela.
"O que a empresa precisa entender é que, se fornecer as ferramentas adequadas, como software e impressoras em braile, não há barreiras que não possam ser transpostas."

Fonte: Folha de São Paulo

quinta-feira, 10 de junho de 2010

MEC premia escolas públicas que promoveram ensino inclusivo

 
Instituições foram selecionadas entre 713 inscritas em 420 municípios.
 
Brasília - Cinco escolas públicas do país foram contempladas nesta segunda-feira, em Brasília, com o prêmio do concurso Experiências Educacionais Inclusivas.
 
Além de promoverem o acesso das pessoas com necessidades especiais ao ensino, as escolas incentivaram a comunidade ao aprendizado da convivência com as diferenças.
 
As escolas municipais Orsina da Fonseca (RJ), Alexandre Bacchi (RS), Raimundo Marques de Almeida (CE), além da Creche Municipal Pequeno Príncipe (MT) e da Escola Estadual Clarisse Fecury (AC) foram as selecionadas entre as 713 inscritas em 420 municípios. Elas receberam, cada uma um prêmio de R$ 8 mil e diplomas.
 
Segundo o ministro da Educação, Fernando Haddad, um convívio que se aproprie das diferenças também é papel da escola. "Nós educamos sobretudo para conviver com os outros. Quando falamos em educação, os pais logo pensam em indicadores, provas, exames. Mas, a educação para as diferenças garante àquele grupo específico e à sociedade que adquiram valores, sejam eles de preservação do meio ambiente ou até da paz mundial", disse.
 
Fonte: Agência Brasil
25/05/2010
 

terça-feira, 8 de junho de 2010

FIFA transmitirá vídeos sobre os resumos dos jogos da Taça Mundial de 2010 com tradução de gestos internacionais.

Pela primeira vez será feita a transmissão do site oficial da FIFA e da Taça Mundial da FIFA que permitirá que as pessoas com necessidades auditivas (pessoas surdas e Deficientes auditivas) em todo o mundo assistam aos 64 Jogos de 2010 FIFA, relatos ainda mais abrangentes.
“O futebol é um desporto universal e deve ser acessível a todos. Portanto, temos o prazer de oferecer este serviço de interpretação destinado às pessoas com necessidades auditivas.”
“Ao produzir estes vídeos sobre os resumos dos jogos, com os gestos internacionais, a FIFA está a satisfazer cerca de 70 milhões de pessoas com necessidades auditivas.”
Joseph S. Blatter, Presidente da FIFA
O Gestos Internacionais designadamente em inglês de Internacional Sign, IS, própria da comunidade surda, é como a língua esperanto em que a comunicação através de diferentes línguas gestuais é como uma comunicação alternativa, nos encontros internacionais, por exemplo: nos Congressos Mundiais da Federação Mundial de Surdos, nos Jogos Surdolímpicos, entre outros eventos.
Na Federação Mundial de Surdos, FMS, na designação em inglês de World Federation of the Deaf, WFD, representa aproximadamente 70 milhões das pessoas surdas e deficientes auditivas de todo o mundo, que assistem nas suas línguas gestuais, mais especificamente nas áreas da Educação e Comunicação.
Todos resumos dos vídeos nos jogos com interpretação estarão disponíveis no site oficial da FIFA, FIFA.com, logo depois de cada jogo.
Tradução: Helder Duarte e Tânia Martins
Fonte:
www.fifa.com/
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