Mostrando postagens com marcador Produtos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Produtos. Mostrar todas as postagens

sábado, 21 de maio de 2011

Já está disponível no mercado brasileiro o identificador de cores e notas de dinheiro para deficientes visuais.

Independência e autoestima

O aparelho, chamado Auire Prisma, é o primeiro com tecnologia nacional e foi desenvolvido pelos engenheiros de computaçãoNathaliaSautchuk Patricio e Fernando de Oliveira Gil, ambos da Escola Politécnica (Poli) da USP. O Auire Prisma aumenta a independência e autoestima de pessoas com baixa visão ou completamente cegas. Idealizado no Projeto Poli Cidadã para atender setores de baixa renda, o aparelho portátil possui um sistema de funcionamento simples e é capaz de "verbalizar" instantaneamente a cor de um objeto, por intermédio de um alto-falante. Realmente em português A versão final do Auire Prisma levou cinco anos para ser concluída. Diferentemente do protótipo anterior, que precisava ser conectado a um computador, o aparelho agora disponível é autônomo, móvel e possui uma baixa incidência de erros. Com um tamanho próximo a um celular, o aparelho tem apenas dois botões: um para definir cores e sua intensidade (intensa/pálida ou claro/escuro), e outro para identificar as notas de dinheiro. "Antes do Auire Prisma só existiam no Brasil identificadores de cores importados. Além de caros, eles não 'diziam' as cores em português", aponta Nathalia. Os importados também não identificam notas de Real. "Alguns aparelhos identificavam notas de Dólar, que são todas da mesma cor. Isso tornava o sistema incapaz de identificar notas de Real", afirma a engenheira. LED e sensores ópticos O aparelho desenvolvido na Poli depende essencialmente de um LED (pequena lâmpada) e três sensores ópticos. O LED é responsável por incidir sobre a superfície do objeto um flash de luz, que naturalmente reflete de volta para o aparelho e chega até os três sensores ópticos. Cada sensor é responsável por identificar uma das três cores básicas: vermelho, verde e azul (um sensor para cada cor). Após a medir a frequência de cada cor, o Auire Prisma "fala" a coloração do objeto e define sua intensidade. O aparelho é alimentado por duas pilhas alcalinas. Site Benfeitoria O aparelho pode ser comprado no site Benfeitoria, a primeira plataforma colaborativa do Brasil e tem o objetivo de apoiar, divulgar e organizar doações para fomentar projetos sociais. Nessa plataforma, a pessoa pode tanto dar uma quantia qualquer em dinheiro para ajudar na doação do Auire Prisma para algum deficiente visual de baixa renda, quanto também fazer a compra do dispositivo. Para aqueles que desejarem comprar para si ou para outro, deve-se escolher a opção de R$ 430,00, que inclui o Auire Prisma e frete para qualquer lugar do País. Para qualquer outra quantia, o doador receberá uma recompensa por sua ação. A campanha do site em relação ao Auire Prisma visa vender 150 aparelhos praticamente a preços de custo. Todos os recursos empregados no desenvolvimento do aparelho foram provenientes de doações e dos próprios pesquisadores. O endereço para aquisição ou doação é:

www.benfeitoria.com

Fonte: Diário da Saúde

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Software livre traduz fala e escrita para a língua de sinais

quinta-feira, julho 1, 2010


Veris: Software livre traduz fala e escrita para a língua de sinais

Apesar de poucas pessoas saberem que colocar as mãos espalmadas três vezes uma sobre a outra significa inclusão na Língua Brasileira de Sinais (Libras), foi exatamente isso que a ex-aluna do curso de Engenharia de Computação da Veris Faculdades, Noelle Nascimento Buffa Furtado fez, ao desenvolver um software inédito no mercado que converte a fala e escrita em português para Libras. Até hoje, apenas a ferramenta Rybená disponibiliza um recurso parecido, porém só para textos selecionados de páginas da Internet e não utiliza o recurso de voz.

Segundo o Censo do IBGE (2000), no Brasil existem aproximadamente 5,8 milhões de surdos, sendo que 30% desse montante não sabem ler o português. O restante (70%) até sabe ler, mas não têm entendimento claro da língua portuguesa.

O software VE-LIBRAS, como é chamado, ainda é um protótipo, mas deverá diminuir drasticamente essas barreiras de comunicação e proporcionar mais acessibilidade para a comunidade surda, quando finalmente chegar ao mercado. “O objetivo é tornar mais acessível a Libras e facilitar a comunicação entre essas pessoas. Um pai, por exemplo, poderá conversar com seu filho através deste software mesmo que não tenha domínio da língua de sinais. O mesmo vale para as salas de aula”, disse Noelle.

De acordo com a engenheira de computação, o programa funciona de forma simples: o software grava o som de uma pessoa falando na língua portuguesa e, mediante a um processo de reconhecimento de voz, torna possível a conversão da fala em texto. Através do Rybená (tradutor de textos em português para Libras), esse texto é traduzido para a língua de sinais. “Qualquer pessoa que tenha um computador com acesso a Internet e esse software instalado consegue utilizá-lo. Infelizmente, o software ainda não está disponível para comercializaçã o, porque não consegui patrocínio viabilização do projeto, mas o protótipo está em uso e, até agora, só apresentou erros mínimos de tradução”, explicou.

Ideia
Noelle, que não tem ninguém na família que tenha deficiência auditiva, afirmou que resolveu desenvolver o programa ao assistir um culto numa igreja. “Vi que tinham muitos intérpretes na igreja, mas às vezes eles ficavam cansados ou não conseguiam traduzir tudo. Com o software isso facilitaria muito”, ressaltou.

Para o coordenador do curso de Engenharia de Computação da Veris, Cláudio Umezu, essa inventividade aliada à inovação com a competência técnica, na busca de soluções para problemas reais, é extremamente válida para beneficiar a sociedade de uma forma geral. “O uso de ferramentas de computação e informática para a redução de barreiras de comunicação, como no caso deste trabalho que visa a deficientes visuais, é um grande avanço tecnológico e deve receber todo o apoio para que se transforme em uma realidade”, ressaltou o professor, responsável também pela orientação deste projeto.

domingo, 13 de junho de 2010

Identificador de ônibus para deficientes visuais

 

Pessoal, hoje um amigo, me passou dois links de vídeos que estão no youtube, no qual duas pessoas distintas estão desenvolvendo identificadores de ônibus para cego.


Quem é que, nunca ficou em um ponto de ônibus, tendo que, pedir para alguém para o ônibus e quem é que não sofre com isso no dia a dia?
Abaixo passo os links para vocês e, acredito que deveríamos nos unir, buscar mais informações a respeito e, levar para as empresas, prefeituras ou quem quer que seja, para que, essas idéias sejam apoiadas e nós, venhamos parar de sofrer com isso.
Devemos sim, usar a tecnologia ao nosso favor!


Seguem os links:


http://www.youtube.com/watch?v=R73vdIs6og4&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=AStqvh1Ltyc